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É-se novo quando se vê a presença do Sol numa parede. Depois, o tempo encarrega-se de apagar a ilusão e de nos roubar a capacidade de ver. No final de tudo, piedosa, a Natureza dilui-nos nas estrelas, na aurora boreal da essência universal. Agradeço à Ana por me ter dito que havia este pior iraniano para quem a vida é o sonho de ser tal como se vê.