
Náufragos pela ânsia de navegar, uma língua de areia tacteia a maciez do céu infinito, os olhos turvos, reviram-se em agonia.
Dir-se-á uma praia, a alegoria líquida de um ventre, o nascer diurno da própria vida. Para uns quantos é uma fotografia. Ainda bem que assim é, tal qual, mesmo nessa simplicidade de memória ausente.